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Tainã 26 anos – I Acampamento Quilombolinha

Aqui no quilombo urbano, as crianças estão aprendendo brincando e compartilhando no I Acampamento Quilombolinha, em ocasião da festa dos 26 anos da Casa de Cultura Tainã

Crianças aos pes do Baobás (video da Layla)

Crianças aos pes do Baobás (video do Vince)

Curso Kilombagem – Fanon; Vida e Obra

No dia 20 de julho Frantz Fanon completaria 90 anos.

Em referência à sua trajetória, mas também, interessados/as em discutir a atualidade da sua obra para o entendimento do racismo na sociedade contemporânea, o Grupo Kilombagem oferecerá o Mini-curso Fanon: vida e obra.

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Objetivo

O Mini Curso se propõe a apresentar e discutir o legado político e teórico do autor enfatizando suas contribuições para a compreensão das relações raciais na sociedade contemporânea.

 

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Por que estudar Fanon?

Como psiquiatra, filósofo, cientista social e revolucionário, Frantz Fanon é sem dúvida um dos pensadores mais instigantes do século XX. Sua obra influenciou diversos movimentos políticos e teóricos na África e Diáspora Africana e segue reverberando em nossos dias como referência obrigatória nos os estudos culturais e pós-coloniais.

Sua trajetória política e teórica impressiona pela grandiosidade e o seu curto espaço de vida. Nasce em Forte de France, Martinica em 1925 no seio de uma família de classe média e patriota. Em 1944 se alista no exercito francês para lutar contra os alemães na segunda guerra mundial e posteriormente segue para Lyon para estudar medicina e psiquiatria. Neste período foi estudante ativo envolvido com a publicação periódica de um jornal mimeografado.

Em 1950 Frantz Fanon escreve o texto que seria a sua tese de douturado em psiquiatria: Peau noire, masques blancs(Peles Negras, Máscaras Brancas), mas a tese, por confrontar as correntes hegemônicas, foi recusada pela comissão julgadora o obrigando a escrever outra tese no ano seguinte em Lyon com o título de Troubles mentaux et syndromes psychiatriques dans l’hérédp-dégénération-spino-cérébelleuse – Um cas de maladie de Friereich avec délire de possession (Problemas mentais e sindromes psiquiatricas em degeneração espinocerebelar hereditária – Um caso de doença de Friereich com delírio de posse).

Em 1952 participa de diversos debates universitários e seminários em que se confronta ou converge com os pensadores franceses da época. Neste mesmo ano publica uma série de ensaios sobre a situação do negro na França, escreve um drama sobre os trabalhadores de Lyon (Les Mains parallèles) e publica o texto da sua primeira tese rejeitada: Peau noir, masques blancs (Peles negras, máscaras brancas) livro que marcaria a história dos estudos o racismo.

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Artista: Cena 7


Neste livro o autor discute os impactos do racismo e do colonialismo na psique (de colonizadores e colonizados) e mostra o quanto as alienações coloniais são incorporadas pelos colonizados, mesmo no contexto de elaboração do protesto negro.

O ano seguinte é marcado por um casamento e a sua mudança para a Argélia a fim de estudar mais profundamente os problemas enfrentados pelos imigrantes africanos na França. Segundo Oto (2003) estes momento foi fundamental para Fanon compreender os impactos do colonialismo na estrutura psíquica humana:

Ao tentar ampliar suas percepções sobre o problema dos pacientes em territórios coloniais, vinculando as enfermidade ao colonialismo, Fanon aceita neste mesmo ano o contrato com o Hospital Blida-Joinville na Argélia. Durante sua residência neste local os resultados de suas investigações o convenceram das dimensões assumiam o regime colonial e como este regime desarticula a estrutura psíquica das pessoas.( Oto 2003:219)

O ano seguinte foi marcante para o autor ao assistir o nascimento da revolução argelina e a violenta repressão francesa. É neste contexto que Fanon renuncia ao seu cargo no Hospital psiquiátrico para se filiar à Frente de libertação Nacional – FLN (Front de Liberation Nationale) onde contribuirá ativamente como escritor do jornal El Moudjahid, em Túnez.

Os anos seguintes foram marcados por intensa agitação política e participação nos fóruns internacionais dos movimentos de libertação no continente africano. Em 1959 publica L’an V de la Révolution Algérienne, sem publicação em português, e em 1961 se encontra com J. P. Sartre e S. Beauvoir. Neste mesmo ano, após escrever Les dammés de la terre, o ápice de sua atividade política e intelectual seria interrompido por um problema de saúde que levaria a morte.

Boa parte dos textos escritos por Fanon no jornal El Moudjahid foram reunidos por sua esposa e publicados postumamente no livro Pour la révolution africanie (1964), publicado em Portugal apenas em 1980 com o título Em defesa da revolução Africana.

A pesar de sua importância para a compreensão das relações raciais contemporâneas, 50 anos depois de sua morte, a Obra de Frantz Fanon ainda é pouco estudada no Brasil. Espera-se com esta atividade despertar o interesse da comunidade acadêmica como um todo para a discussão dos elementos apresentados pelo autor.

Programação

Encontro 01 – A alienação colonial (20/07/2015 – 14hs)

  • itinerário político de Frantz Fanon
  • Pele negra, máscaras brancas

(Leitura recomendadaPrefácio de Lewis Gordon – Baixe o arquivo! e  Capitulo V: Experiência vivida do negro – Baixe o arquivo! )

(Obra Completa para baixarPeles Negras Mascaras Brancas – Baixe a obra!)

 

Encontro 02– Racismo e cultura (20/07/2015 – 17:hs)

  • Em defesa da revolução africana
  • Os escritos de El Moudjahid

(Leitura recomendada: Racismo e Cultura – Baixe o arquivo!)

 

Encontro 03– A Argélia se desvela (14hs)

  • Ano V da Revolução Argelina

(Leitura recomendada: Capitulo 1 : A Argélia se quito el velo – Baixe o arquivo!  – em espanhol)

( Obra Completa em espanhol: Sociología de una Revolución – Baixe a obra!)

 

Encontro 04– A libertação nacional (17hs)

  • Os condenados da terra

(Leitura recomendada:  Cap. I Da violência – Baixe o arquivo!)

(Obra Completa: Os Condenados da Terra – Baixe a obra! )

 

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Timeline

Pouco luxo e muita animação abrem desfiles em Campinas

Pouco luxo e muita animação abrem desfiles em Campinas

AdrianaGiachini
Do Correio Popular
amaral@cpopular.com.br

Uma história de luta pela igualdade social. Uma guerra em que a fome não é uma questão exclusivamente física, mas espiritual, e as armas de combate são a arte e as perspectivas de um futuro melhor. Há quase 12 anos driblando as dificuldades, a Casa de Cultura Tainã, entidade cultural e social sem fins lucrativas, começa a somar vitórias.

A primeira delas foi a aprovação do projeto Orquestra de Tambores de Aço, formada apenas por jovens carentes, através da lei Rouanet, no ano passado. A nova conquista, talvez uma das mais importantes, é a permissão oficial do uso do terreno ocupado pelo espaço cultural, na Praça dos Trabalhadores, da Vila Padre Manoel da Nóbrega, publicada no Diário Oficial do Município no início do mês.

O terreno, que compreende uma área de 8.555 metros, é utilizado pela instituição há seis anos. “Isso põe fim à nossa insegurança, porque antes de sermos transferidos para este local ficamos quase sete anos no Espaço Cobal, transformado em depósito de material escolar. Agora temos estabilidade e vamos investir, inclusive, em novos projetos como a primeira Universidade Livre do país”, comemora Antônio Carlos Santos da Silva, de 50 anos, o TC, como é mais conhecido.

O primeiro passo, após a notícia, está sendo planejar a reforma do lugar – um antigo centro esportivo -, avalia-da em R$ 150 mil e que será custeada através de recursos cedidos pela Prefeitura, aprovados no Orçamento Participativo. O projeto deve ter início em março, quando será feito processo de licitação para definir a empresa responsável pela obra.

Segundo TC, os planos são transformar o local realmente numa casa de cultura. “Queremos criar salas para oficinas e um auditório onde realizaremos espetáculos de teatro, cinema e dança”, antecipa. Fundada em 1989 como Associação de Moradores da Vila Castelo Branco, a Casa de Cultura Tainã atende mensalmente 450 crianças e adolescentes, além de outras 1.350 pessoas através de atividades específicas como oficinas e apresentações.

O espaço desenvolve projetos como o grupo Nação Tainã (formação de educadores focados na cultura popular e na memória das comunidades de origem, além de pesquisar e produzir documentação desta cultura); Fábrica de Música (aulas de música e, inclusive, confecção de instrumentos); Projeto Saci e CDI (aulas de informática, incluindo o ensino do uso a internet); ou a biblioteca Lidas e Letras.

Em comum, estão todos ligados com a democratização da cultura e, principalmente, preservação da cultura popular. “A população carente vive em desvantagem e é isso que queremos combater. Ensinamos informática, por exemplo, para que tenham mais chances no mercado de trabalho. Acho importante quando as pessoas falam no combate à fome física, mas não podemos esquecer do alimento da alma”, defende TC.

Quanto ao trabalho de resgate das manifestações populares, como a folia de reis ou rodas de samba, a Casa de Cultura Tainã é um dos grupos envolvidos com o projeto de Maracatu (típico do Recife), junto com o Urucungos, Savuru, Tambor Menino e grupo Teatro Solano Trindade, que reserva uma grande apresentação para dia 1º de março, que envolverá mais de 250 pessoas, na abertura do carnaval de rua de Campinas. O evento será às 18h, na avenida Francisco Glicério.

Por conta disso, a Casa de Cultura Tainã está fabricando cerca de 30 tambores de alfaias, com apoio da Secretaria de Cultura, esporte e Turismo. “Nossos instrumentos, muitas vezes, superam a qualidade de marcas que estão no mercado”, vangloria-se TC que, aliás, é o único construtor de tambores de aço do país, instrumento conhecido por steel pan, que chega a levar até seis meses para ficar pronto mas que tem um som único, muito semelhante aos instrumentos de cordas.

Foi dele a idéia da criação da primeira Orquestra de Tambores de Aço do Brasil, projeto aprovado pela lei Rouanet que permite dedução nos impostos pagos ao governo, avaliado em R$ 585 mil, devido a necessidade de comprar instrumentos no exterior. A Sanasa é a primeira empresa a fazer uso do benefício e vai doar cerca de 12% do total – a lei exige 20% do valor arrecado para que a Casa de Cultura Tainã faça uso da verba. Segundo TC, a idéia é trabalhar só com adolescentes da periferia oferecendo aulas de música, ritmo, harmonia, canto e execução dos instrumentos.

Nação Tainã é destaque na Glicério

Nação Tainã é destaque na Glicério

Os desfiles das escolas de samba dos gruposd Pleiteantes 1 e 2 ocorreram sem muito brilho, anteontem, em Campinas. Qualidade e compêntecia musical ficou por conta do bloco de maracatu Nação Tainã que, a partir das 20h, mostrou em 45 minutos cantos folclóricos, percussão pesada e fantasias originais.

Segundo a Polícia Militar, pelo menos 10 mil pessoas participaram do evento e nenhuma ocorrência grade foi registada.

Passista do bloco Nação Tainã, que apresentou o maracatu como tema (acima) de sua apresentação em Campinas uma das melhores em relação a qualidade musical;

Na noite do samba, apenas o Maracatu salvou

Na noite do samba, apenas o Maracatu salvou

Bruno Ribeiro
Do Correio Popular

Um número de pessoas bem baixo do esperado presenciou, na noite de sábado, a abertura oficial do Carnaval campineiro. Participaram do desfile inaugural as escolas de samba pleiteantes dos Grupos I e II. Porém, apenas os blocos que desfilaram sem caráter competitivo antes das escolas foram capazes de levantar o pequeno público disperso pela Francisco Glicério. Com originalidade, alegria e bons percussionistas, a Nação Tainã fez com que o maracatu fosse mais aplaudido do que os sambas de enredo repetitivos e monótonos que foram apresentados na avenida.

O carnaval de 2003 começou mostrando que evoluiu pouco ou quase nada de um ano para cá. O que se viu foi um espetáculo de trapalhadas por parte de todaas agremiações envolvidas. A começar pelo desfile da novata Gaviôes dos DICs. Homenageando o líder Negro Zumbi do Palmares – enredo mais batido da história-, a escola fez, dentro das limitações naturais de toda escola estreante, um desfile morno, devido aos desencontros da bateria e aos enormes “buracos” entre as alas.

Sem poder recorrer ao dinheiro público – escolas pleitantes não tem direito à verba destinada pela Prefeitura -, a Gaviôes exibiu carros alegóricos e fantasias modestas, prenunciando o que seria a tônica de todo o desfile.

A segunda escola a pisar na avenidade também foi uma estreante: a Unidos do Paranapanema, que exaltou em seu enredo um animal típico do Brasil: a Jaguatírica. No entanto, nem as mulheres seminuas sob cachoeiras artificiais conseguiram desviar a atenção do público para um problema grave que parece ser um característica de quase todas as escolas de samba de Campinas: a bateria, incapaz de segurar o ritmo por mais de 10 minutos sem atravessar o samba.

A única boa surpresa da noite ficou por conta da récem-criada Vaiquemké, que no anos passado homenageou o prefeito Toninho e ganhou a simpatia do campineiro. Mesmo sem exibir grandes carros alegóricos, foi a primeira a sacudir a parcela do público que ainda prestava atenção ao desfile. Nesse ano, as homenageadas foram as mulheres campineira.

Desnecessário, porém, foi colocar no mesmo enredo, a atriz Regina Duarte e a prefeita Izalene Tiene, que desfilou no chão.

Frantz Fanon – Vida e Obra

No dia 20 de julhoFrantz Fanon completaria 90 anos. Em referência à sua trajetória,mas também, interessados/as em discutir a atualidade da sua obrapara o entendimento do racismo na sociedade contemporânea, o GrupoKilombagem oferecerá o Mini-curso Fanon: vida e obra.

Objetivo

OMini Curs se propõe a apresentar e discutir o legado político eteórico do autor enfatizando suas contribuições para a compreensãodas relações raciais na sociedade contemporânea.

Por que estudar Fanon?

Comopsiquiatra, filósofo, cientista social e revolucionário, FrantzFanon é sem dúvida um dos pensadores mais instigantes do séculoXX. Sua obra influenciou diversos movimentos políticos e teóricosna África e Diáspora Africana e segue reverberando em nossos diascomo referência obrigatória nos os estudos culturais epós-coloniais.

Sua trajetória política e teórica impressiona pela grandiosidade eo seu curto espaço de vida. Nasce em Forte de France, Martinica em1925 no seio de uma família de classe média e patriota. Em 1944 sealista no exercito francês para lutar contra os alemães na segundaguerra mundial e posteriormente segue para Lyon para estudar medicinae psiquiatria. Neste período foi estudante ativo envolvido com apublicação periódica de um jornal mimeografado.

Em1950 Frantz Fanon escreve o texto que seria a sua tese de douturadoem psiquiatria: Peau noire, masques blancs(Peles Negras, MáscarasBrancas), mas a tese, por confrontar as correntes hegemônicas, foi recusada pela comissão julgadora o obrigando a escrever outratese no ano seguinte em Lyon com o título de Troubles mentaux etsyndromes psychiatriques dansl’hérédp-dégénération-spino-cérébelleuse – Um cas de maladiede Friereich avec délire de possession (Problemas mentais esindromes psiquiatricas em degeneração espinocerebelar hereditária– Um caso de doença de Friereich com delírio de posse).

Em1952 participa de diversos debates universitários e seminários emque se confronta ou converge com os pensadores franceses da época.Neste mesmo ano publica uma série de ensaios sobre a situação donegro na França, escreve um drama sobre os trabalhadores de Lyon(Les Mains parallèles) e publica o texto da sua primeira teserejeitada: Peau noir, masques blancs (Peles negras, máscarasbrancas) livro que marcaria a história dos estudos o racismo. Nestelivro o autor discute os impactos do racismo e do colonialismo napsique (de colonizadores e colonizados) e mostra o quanto asalienações coloniais são incorporadas pelos colonizados, mesmo nocontexto de elaboração do protesto negro.

Oano seguinte é marcado por um casamento e a sua mudança para aArgélia a fim de estudar mais profundamente os problemas enfrentadospelos imigrantes africanos na França. Segundo Oto (2003) estesmomento foi fundamental para Fanon compreender os impactos docolonialismo na estrutura psíquica humana:

Aotentar ampliar suas percepções sobre o problema dos pacientes emterritórios coloniais, vinculando as enfermidade ao colonialismo,Fanon aceita neste mesmo ano o contrato com o HospitalBlida-Joinville na Argélia. Durante sua residência neste local osresultados de suas investigações o convenceram das dimensõesassumiam o regime colonial e como este regime desarticula a estruturapsíquica das pessoas.( Oto 2003:219)

Oano seguinte foi marcante para o autor ao assistir o nascimento darevolução argelina e a violenta repressão francesa. É nestecontexto que Fanon renuncia ao seu cargo no Hospital psiquiátricopara se filiar à Frente de libertação Nacional – FLN (Front deLiberation Nationale) onde contribuirá ativamente como escritordo jornal El Moudjahid, em Túnez.

Osanos seguintes foram marcados por intensa agitação política eparticipação nos fóruns internacionais dos movimentos delibertação no continente africano. Em 1959 publica L’an V dela Révolution Algérienne, sem publicação em português, e em1961 se encontra com J. P. Sartre e S. Beauvoir. Neste mesmo ano,após escrever Les dammés de la terre, o ápice de suaatividade política e intelectual seria interrompido por um problemade saúde que levaria a morte.

Boaparte dos textos escritos por Fanon no jornal El Moudjahidforam reunidos por sua esposa e publicados postumamente no livro Pourla révolution africanie(1964), publicado em Portugal apenas em 1980 com o título Emdefesa da revolução Africana.

Apesar de sua importância para a compreensão das relações raciaiscontemporâneas, 50 anos depois de sua morte, a Obra de Frantz Fanonainda é pouco estudada no Brasil. Espera-se com esta atividadedespertar o interesse da comunidade acadêmica como um todo para adiscussão dos elementos apresentados pelo autor

Programação

  1. Encontro – A alienação colonial

  • O itínerário político de Frantz Fanon

  • Pele Negra, máscaras Brancas

Leitura prévia:

(Prefáciode Lewis Gordon e Capítulo V: Experiência vivida do negro)

http://www.geledes.org.br/wp-content/uploads/2014/05/Frantz_Fanon_Pele_negra_mascaras_brancas.pdf

  1. Encontro – Racismo e cultura

  • Em defesa da revolução africana

  • Os escritos de El Moudjahid

(Racismoe cultura)

http://kilombagem.org/racismo-e-cultura-por-frantz-fanon/

  1. Encontro – A Argélia se desvela

  • Ano V da Revolução Argelina

(Capítulo A Argéliase desvela)

http://www.cowpdf.org/1ttfzx_sociolog-iacute-a-de-una-revoluci-oacute-n-.pdf

  1. Encontro – A libertação nacional

  • Os condenados da terra

(Cap. I Daviolência)

https://onedrive.live.com/view.aspx?resid=CFC1514436D0549B!502&app=WordPdf

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